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Displasia coxofemoral – opções de tratamento!

A displasia coxofemoral apresenta uma série de tratamentos, que devem ser analisados por um médico veterinário especialista. Essa é uma patologia ortopédica que acomete, principalmente, os animais de grande porte. Saiba mais!

Por - 25 de agosto de 2015

Existem alguns tipos de tratamento para cuidar dos animais que apresentam a displasia coxofemoral, como o tratamento conservador com fisioterapia, com células-tronco e cirúrgico. Saiba um pouquinho mais sobre cada um deles!

O tratamento conservador da displasia coxofemoral se baseia em repouso, modificação do ambiente, uso de analgésicos e condroprotetores associado à fisioterapia e/ou acupuntura. O controle de peso é uma parte importante do tratamento da displasia coxofemoral.

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Na fisioterapia são utilizadas as mais variadas terapias para analgesia, além de exercícios estáticos para evitar ao máximo uma atrofia muscular severa. A associação com acupuntura é excelente para diminuir ainda mais as dores, podendo inclusive serem feitos implantes de ouro em pontos de acupuntura.

O tratamento com células-tronco tem sido bastante utilizado para redução de dor, inflamação e destruição articular. O tratamento homeopático também é habitualmente utilizado, dependendo do caso.

Os proprietários devem seguir rigorosamente o período de repouso para evitar que o animal tenha um excesso de atividade, o que certamente levará a recorrência. As crises, como habitualmente chamamos, podem se tornar recorrente e, nesses casos, o indicado é o tratamento cirúrgico.

Dentre as cirurgias mais comuns temos a artroplastia excisiva da cabeça e colo femoral (também conhecida como colocefalectomia), osteotomia dupla ou tripla pélvica, sinfisiodese púbica e substituição total do quadril (prótese de quadril). Os resultados pós-cirúrgicos dependem principalmente da cirurgia realizada, do tamanho do paciente e da fisioterapia pós-operatória.

Cada caso é um caso, portanto, precisam ser avaliados individualmente. Por se tratar de uma patologia ortopédica recomendamos uma avaliação com especialista. Procure sempre se informar sobre as opções de tratamento e sempre saiba as chances de sucesso cirúrgico. Lembre-se! Nem sempre o animal vai reclamar de dor, ele demonstrará em sinais clínicos como falei no artigo passado. O tratamento ainda é bastante discutido entre os próprios ortopedistas, nem sempre podemos bater o martelo e dizer que o melhor é o cirúrgico ou conservativo, pois a análise deverá ser feita de paciente para paciente.

 

SOBRE O COLUNISTA

dr-alison-ximenes-focinhos-urbanos

Médico Veterinário formado na UECE e pós-graduado em Fisioterapia e Ortopedia Veterinária pela UNIP-SP. Trabalha com reabilitação animal e atua nas áreas de ortopedia, neurologia, fisioterapia e terapia celular. Pioneiro no tratamento com células-tronco para pets no Ceará, sendo membro da equipe nacional Curavet®.

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