Por que eu devo adestrar o meu animal?

Para conviver bem com um cachorro, fora os cuidados indispensáveis de saúde, como vacinas, vermífugo, proteção contra carrapatos, pulgas e outros ectoparasitas e alimentação equilibrada de excelente qualidade, devemos proporcionar a ele um mínimo de atividades físicas para o seu bem estar!

 

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Quando falamos em atividades físicas, nos referimos à atividades ocupacionais intensas ao longo de todo o dia, proporcionando uma socialização durante a vida do animal, que passará a obedecer e respeitar regras e limites ensinados pelos seus tutores.

 

De fato, mesmo se o seu focinho recebe uma boa educação, muitos cuidados e muito amor, mas passa a maior parte do seu tempo em casa sem atividades ou ocupações, o animal poderá apresentar alguns comportamentos desagradáveis ou anormais. Esse comportamentos desencadeiam uma série de aborrecimentos aos papais e alguns se transformam em difíceis dores de cabeça.

 

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O que pode acontecer? O animal se torna mais agressivo e inseguro e passa a desenvolver uma série de vícios, como: fazer as necessidades em locais inadequados, morder a mão do dono, latir demasiadamente em horários indevidos, cavar o jardim, pular em pessoas estranhas, dentre outros. Muitas vezes, o proprietário já tentou de tudo para melhorar o comportamento do sua mascote, mas nada funcionou. A partir disso, a frustração com o animal é cada vez maior e pode levar à negligência, ao abandono e, até mesmo à eutanásia, em casos mais extremos.

 

O profissional comportamentalista ajudará a estabelecer uma melhor convivência entre o cão e os membros da família através de orientações e o planejamento de protocolos, específicos e personalizados, da modificação dos maus-hábitos. Esse profissional mescla os conhecimentos em comportamento canino e psicologia humana para ajudar os papais desamparados.

 

É importante reforçar que não se trata somente de condicionamento, mas da compreensão do sistema de interações que o animal  encontra naquela família, naquele momento, naquele lugar. A modificação comportamental consiste em reequilibrar o animal, reaproximando-o da essência canina e proporcionando a ele:

 

– Atividades físicas e/ou ocupacionais adequadas;
– Ensinamentos claros e adaptados das regras, dos limites e das restrições dentro e fora de casa;
– Condicionamentos favorecendo a convivência, tanto no lar como na sociedade humana (necessidades fisiológicas em local determinado, ficar deitado no seu lugar quando solicitado, esperar um sinal para vir, acompanhar na guia, funções práticas para os seus tutores como guia para deficientes, guarda, busca com faro…);
– Socializações a vida toda para adaptar o animal aos mais diversos locais, situações, pessoas e animais para evitar ou eliminar medos e agressividades decorrentes;
– Dessensibilizações e contra condicionamentos com reforços positivos.

 

Cuidar bem do seu animal de estimação é tratá-lo com carinho, amor e respeito!

 

Saiba mais no site: www.eaos.com.br